ABRIMOS NOS DOMINGOS 15 e 22 DEZ.

Aberto de 2ª a Sábado
das 10h às 14h e das 15h30 às 19h30
abrimos à noite para as sessões agendadas

AGENDA

29/09/08

Portugália editora no Pátio de Letras

Diário de Bordo - Padre António Vieira
de António de Abreu Freire


Padre António Vieira - Educador Estratega Político Missionário
de António de Abreu Freire


Destruição de um Jardim Romântico
de José Viale Moutinho

Terminação do Anjo
de Daniel Abrunheiro

Editora Guerra & Paz no Pátio de Letras



Diário Português (1941-1945)
de Mircea Eliade

25/09/08

Happy Hour - ficções do mundo

6ª f 26 e sábado 27 de Setembro - das 20h às 23h

autores galardoados, alternativos, consagrados, estreantes, reflexivos, populares, misteriosos, divertidos .... todos todos profundamente humanos e tocantes dão-nos, cada um à sua maneira, um mundo de ficção, ficções de todo o mundo.

Descubram ou reencontrem:

William Faulkner Khaled Hosseini Yasmin Crowther Steve Berry Diane Ackerman Woody Allen Pedro Juan Gutierrez Ismaïl Kadaré Truman Capote Kitty Fitzgerald Pascal Quignard
Dino Buzzati Stefan Zweig Zhu Xiao-Mei Mário de Carvalho
André Gide Joseph Conrad Tabajara Ruas


Happy Hour - divulgação /promoção do livro e da literatura

10% desconto

18/09/08

Gatos Comunicantes - Correspondencia Entre Vieira da Silva e Mário Cesariny 1952-1985

Página a página, linha a linha, palavra a palavra, este livro ergue as figuras reais de Maria Helena Vieira da Silva e Mário Cesariny de Vasconcelos.
Ergue-as, assim cada um foi inventando o outro, num frente a frente perpétuo, sem intervalo ou traição.
Este diálogo de vozes e de silêncios-entre-as-vozes, de palavras e de sem-palavras-entre-as-palavras, levanta estas figuras sobre (e contra) um chão de pequenez, hostilidade e escuridão, dando-as como elas são.
E como elas se olharam, se representaram, se admiraram, se amaram uma à outra: únicas, grandiosas e magnificadas.

Editor: Assírio & Alvim

Fonte: webboom

Em Portugal não se come mal

A vida come-se quando é boa; come-nos quando é má. E às vezes, quando menos esperamos, também comemos com ela.
Em Portugal, antes de todas as coisas, está o tempo. Este tempo. Este que ninguém nos pode tirar e a que os povos com tempos piores chamam, à falta de melhor, clima. Depois, há coisas que crescem por causa do tempo. Como o tempo é bom, são boas. E como as coisas são boas, os portugueses querem comê-las.

autor: Miguel Esteves Cardoso
editor: Assírio & Alvim

Fonte: webboom

Aspectos socio-culturais do Vinho

A condição humana é implacável e feroz na inconstância do dia a dia. Tudo varia, tudo se move, tudo muda, mas há quem deseja viver num mundo estático. Damos encontrões em nós próprios. Muitas das nossas equimoses externas e internas procuram uma única panaceia: o vinho.

autor: Luís Falcão da Fonseca

editor: Cosmos

Fonte:webboom

Histórias de amor, de José Cardoso Pires

O livro que a censura apreendeu em 1952.

Tendo sido possível utilizar o exemplar onde estão sublinhadas a lápis azul as partes do texto que motivaram a apreensão da edição, indicam-se nesta edição esses sublinhados, mediante a sobreposição de uma rede de cinzento sobre o texto original, mantido sem cortes. José Cardoso Pires nunca mais publicou este livro na sua versão inicial, embora o tenha mantido sempre na lista das suas obras completas.


Nesta edição conservam-se todos os contos na sua versão inicial.

editor: Nelson de Matos

Fonte:webboom

Happy Hour no feminino

6ª f 19 e sábado 20 de Setembro

das 20 às 23 horas 10% de desconto

tema em destaque: escrita no feminino

Livros de Bolso BISLeya

Muito em breve no Pátio de Letras os 1ºs quinze títulos.

Os livros BIS serão lançados três vezes por ano: em Janeiro, em Maio e em Setembro.
Em cada lançamento surgirão títulos – de autores nacionais mas também estrangeiros, de escritores clássicos, modernos e contemporâneos – que, todos juntos, formarão uma biblioteca essencial.


Simples, bons e baratos (5,95 €)

Ver toda a informação sobre os mesmos aqui.


Simultaneamente com a disponibilização ao público deste colecção de livros de bolso, terminará a promoção Booket.

Oferta BISLeya: 1 caneta de tinta permanente Waterman ao 1º cliente que nos comprar os 15 títulos.



12/09/08

Espaço à Poesia

6ª f e sábado, dias 12 e 13 de Setembro

(a partir das 20h00)

Happy Hour - POESIA em destaque

*

sábado dia 13 de Setembro, às 21h30

Apresentação de livros de Poesia e leituras
Pedro Afonso e Manuel Moya

Apresentação da revista Sulscrito nº 2


*
as roupas

corriam corriam corriam
pelo campo a respiração esverdeava
em fuga até deitar por fora os pensamentos
planavam sós numa clareira sombria

corriam nus despidos e quentes
sentindo sentindo sentindo
o mundo roçar-lhes raspar-lhes a pele os flancos
e sob os pés os cortes de estarem vivos vivos vivos

e na paragem dos corpos
todos os fluidos se libertavam na terra
a lama onde lutavam pelo ar enquanto
lhes sarava a pele e o fôlego

possuiam-se à força cravados como espinhos
nas carnes um do outro até doer nos muros
colando os corpos de baba e sangue e pó e unhas
raspavam-se nas árvores que assistiam mortas

e geravam lagartos que a ela lhe saíam do sexo
e que ele depois comia comia comia
e enterravam-se e sustiam a respiração
até quase não voltarem a ver poder pensar

depois voltando ao sítio de partida
choravam que se cegavam de vergonha
inconsoláveis mordiam os lábios sem olhar os corpos
de novo a presença das roupas crescia crescia crescia

Pedro Afonso


CANCIÓN DEL TAJO

Me quiero navegable como el Tajo
y que un hato de lucios o de tencas
salten por mi vientre.
En invierno quiero dar calor a una comarca
y en verano arrancar el escalofrío de un niño.

Me quiero navegable
y que los barcos crujan en mis huesos
y bailen las muchachas al compás de una orquesta,
que los viejos pesquen en mi orilla
y no falte al arenero su jornal, su vaso de alma.

Me quiero navegable y ser por un momento
reflejo de esos pájaros que cruzan
volando el continente,
nubes a quienes nada importa
quedarse en el camino
o deshacerse como uva en el lagar del cielo.

Me quiero navegable y estar pasando a veces
y cantar a mi modo
canciones muy sencillas y tristes.

Manuel Moya

07/09/08

POESIA em CD no ... Pátio de Letras

"SELECTA" é uma antologia que pretende promover a difusão da Poesia de um modo popular, tanto em Portugal, como nos países lusófonos e junto das comunidades portuguesas. Para que a poesia possa ser escutada na Escola, em casa ou no carro, possa ser usufruída por quem não pode ler.

A colecção, que mereceu, em Dezembro 2006, a Declaração de Interesse Cultural por parte do Ministério da Cultura, pretende ser uma fonte de consulta e de usufruto da poesia de língua portuguesa e editará poetas de todas as épocas, correntes e estilos.

É a primeira grande antologia de poetas em suporte audio que se publica em Portugal.
Todo o trabalho artístico e de produção, com excepção do design, é realizado no Algarve, por actores e técnicos aqui residentes.
A edição, da iniciativa e com produção de Afonso Dias, é da responsabilidade da MÚSICA XXI, Associação Cultural com sede em Faro.

A colecção está projectada para vinte e nove números, a editar até 2011. Estão já publicados (e à venda no Pátio de Letras - 10 € cada):

Poetas da Lusofonia – CPLP 10 anos - 50 poetas dos oito países lusófonos

Poesia de António Gedeão

Poesia de Alberto Caeiro - “O guardador de rebanhos”

Poesia de Cabo Verde e sete poemas de Sebastião da Gama

Poesia de Miguel Torga

Poesia de Natália Correia

Poesia de Álvaro de Campos

Poesia de Fernando Pessoa e Ricardo Reis

06/09/08

No Pátio de Letras também temos... BRINQUEDOS





(ver as imagens e preços aqui)

No Pátio de Letras também há...


lembranças, ímanes, memo boards, porta chaves
(ver aqui lista com magens e preços)








cadernos, postais, posters
(ver aqui lista com imagens e preços)

(algumas) Novidades Editorias


A perfeita aliança entre o humor e a filosofia.

Uma hilariante e irreverente viagem pelas grandes escolas, tradições e pensadores filosóficos.
Platão e Um Ornitorrinco Entram Num Bar…. de Daniel Klein e Thomas Cathcart, é um livro para todos aqueles que não querem levar demasiado a sério as coisas sérias. Não precisa de saber muito de filosofia para desfrutar em pleno deste livro, pois está escrito ao estilo de Marx (Groucho, não Karl).

Os autores, ambos licenciados em Filosofia por Harvard, tiveram o cuidado de não deixar nada de fora e, como tal, através deste divertido livro qualquer leitor compreenderá as grandes ideias da filosofia ocidental e fará uso delas da melhor forma possível: com humor. O livro provoca o riso, mas também deixa o leitor a pensar. É um autêntico curso intensivo em que se explica a filosofia através de uma série de anedotas e histórias cómicas.

Será difícil negar que esta é a melhor forma de abordar uma disciplina vista por muitos como séria, maçuda e inacessível.


Os Nus e os Mortos, o famoso romance de estreia e o mais aclamado de Norman Mailer, foi adaptado ao cinema em 1986 por Raoul Walsh, e comemora em 2008 o seu sexagésimo aniversário.

Um pelotão de jovens soldados norte-americanos percorre o seu caminho através do terreno traiçoeiro que atravessa a ilha de Anopopei, ocupada pelos japoneses. Apanhados na confusão do combate próximo e armado, e perseguidos por atiradores furtivos, são empurrados até aos limites da resistência humana. Mantidos juntos apenas pela vontade crua da sobrevivência, e mal conseguindo manter vivos os seus sonhos no meio da voragem, cada um dos homens encontra as suas esperanças mais recônditas e medos mais profundos expostos a nu pela pressão incansável do combate.


«O melhor romance de guerra que alguma vez saiu dos Estados Unidos» The Times



O apocalipse dos trabalhadores é um retrato do nosso tempo, feito da precariedade e dessa esperança difícil. Um retrato desenhado através de duas mulheres-a-dias, um reformado e um jovem ucraniano que reflectem sobre os caminhos sinuosos do engenho e da vontade humana num Portugal com cada vez mais imigrantes e sobre como isso parece perturbar a sociedade.

Maria da Graça - mulher-a-dias em Bragança esquecida do mundo - tem a ambição, não tão secreta como isso, de morrer de amor; e por isso sonha recorrentemente com a entrada no Paraíso, onde vai à procura do senhor Ferreira, seu antigo patrão, que, apesar de sovina e abusador, lhe falou de Goya, Rilke, Bergman ou Mozart como homens que impressionaram o próprio Deus. Mas às portas do céu acotovelam-se mercadores de souvenirs em brigas constantes e S. Pedro não faz mais do que a enxotar dali a cada visita.

Tal como Maria da Graça, todas as personagens deste livro buscam o seu paraíso; e, aflitas com a esperança, ou esperança nenhuma, de um dia serem felizes, acham que a felicidade vale qualquer risco, nem que seja para as lançar alegremente no abismo.


« É um livro admirável cuja mestria estilística nos manipula e inebria do princípio ao fim.»
Maria da Conceição Caleiro, Público

«[Este romance] confirma a imensa e originalíssima capacidade criativa do autor [...]»
Álvaro Manuel Machado, Expresso

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