ABRIMOS NOS DOMINGOS 15 e 22 DEZ.

Aberto de 2ª a Sábado
das 10h às 14h e das 15h30 às 19h30
abrimos à noite para as sessões agendadas

AGENDA

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26/11/11

Luís Miguel Cintra em Livro/CD das edições... PRESENTE

Três textos importantes da transição do clássico ao barroco português, em livros com CDs de "spoken word" ditos por Luis Miguel Cintra.
Os livros foram impressos em papel reciclado de alta qualidade, com cadernos cosidos a linha, e as gravações de qualidade audiófila, fixando de forma definitiva as excelentes interpretações, foram efectuadas em acústicas naturais, sendo a fabricação dos CDs da responsabilidade da Sony DADC na Áustria.


AS 10 CANÇÕES DE CAMÕES



 Sermão de Quarta-feira de Cinza escrito pelo Padre ANTÓNIO VIEIRA


Apocalipse ou Revelação do Apóstolo S. JOÃO, O TEÓLOGO



PVP de cada Livro/Cd: 16,96 €

05/04/11

CD FLAJAZZADOS já à venda Pátio de Letras


O Pátio de Letras tem o prazer de anunciar que é o primeiro espaço comercial a ter disponível para venda o CD "Flajazzados".

"música tocada com voz falada é
música falada com voz tocada é"


José Duarte

A palavra e o jazz num formato que abraça o universo da "spoken word", tornando-o assim uma proposta original no panorama do jazz português.

Seis músicos e um navarrador em sucessivas aventuras sonoras onde as palavras e a música jogam entre si deixando por vezes escapar uma mordaz crítica social.

Zé Eduardo, piano, teclas e contrabaixo. Jesús Santandreu, saxofone tenor. Toni Belenguer, trombone. Pedro Gil, guitarra. Marco Martins, baixo eléctrico e contrabaixo. Sónia "little b" Cabrita, bateria. Vítor Reia, voz.Participação especial de Viviane, voz e flauta sopranino no tema "lenda mal parida".

Repertório e direcção musical, Zé Eduardo. Letras, Vítor Reia.


Gravado nos Estúdios ZipMix em Olhão, Portugal. Captado por Tó Viegas, misturado e masterizado por Tiago Lopes. A produção executiva é de Zé Eduardo para a Associação Grémio das Músicas.

13/03/11

Ainda sobre o novo disco de VIVIANE (disponível no Pátio de Letras)

Via Observatório do Algarve
Que escondem as 12 ‘gavetas’ do novo disco de Viviane?



O denominador comum é a fusão de “géneros musicais fortes e emotivos". Há convidados que emprestam a voz (e a guitarra), a este “caminho de afetos”. A edição é de autor.
Viviane revela que as 12 gavetas são “12 canções, que não são românticas, mas sim um caminho de afetos, que falam da energia que podemos colocar nas coisas que fazemos e procuram transmitir otimismo e vontade de viver”.
A cantora quis assim contribuir “neste período difícil que vivemos, para um certo capital de esperança e de autoestima. Temos tendência a esquecer esses aspetos tão importante da vida”, alega.

Fado, tango, ‘chanson musette’

“As pequenas gavetas do amor” contam com três convidados que entraram em estúdio com a cantora algarvia para este projeto: a voz de António Zambujo e de Luís Varatojo (a Naifa) e também o guitarrista de Custódio Castelo, uma referência da guitarra portuguesa.
Três anos depois do álbum “Viviane”, a artista fala numa “sonoridade própria”, que tem vindo a procurar nos seus últimos trabalhos, cuja inspiração passa pela “fusão e por um denominador comum” do tango, do fado e da chanson musette francesa, que marcou a sua infância, como filha de emigrantes.
Essas influências traduzem-se pela presença da “guitarra portuguesa, do acordeão, da flauta transversal” a que se aliam o baixo acústico e a percussão.
O video clip do disco, com a música “Não apagues o amor” que segundo a cantora é a “preferida de toda a equipa” foi gravado nos claustros do convento onde atualmente funciona o Museu municipal de Faro, no centro histórico da cidade.

As palavras dos grandes poetas

Três das ‘gavetas’ contêm palavras “pessoais” de Viviane mas nos outros temas pontificam as palavras dos grandes poetas portugueses comoFernando Pessoa e Eugénio de Andrade, mas também Vasco Graça Moura, José Luís Peixoto, Ana Hatherly, Rosa Alice Branco e Ana Luísa Amaral.
Aliás, é de um poema desta última escritora que nasce o título deste CD. Nas Pequenas gavetas do amor, Ana Luísa Amaral diz: Se for preciso, irei buscar um sol/ para falar de nós:/ ao ponto mais longínquo /do verso mais remoto que te fiz.

Edição de autor

O novo registo de Viviane tem uma outra característica. Trata-se de uma edição de autor, com exclusivo de distribuição na FNAC, no espaço “Pátio das Letras” (Faro) mas também online.
Vivane mostra-se reservada quanto às razões desta opção, mas sempre vai adiantado que as condições apresentadas pelas editoras “não eram simpáticas”.

(atigo continua aqui)

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