ABRIMOS NOS DOMINGOS 15 e 22 DEZ.

Aberto de 2ª a Sábado
das 10h às 14h e das 15h30 às 19h30
abrimos à noite para as sessões agendadas

AGENDA

18/04/09

Mais novidades no Pátio de Letras


"Voo Final", de Ken Follett

"A Terceira Condição", de Amos Oz

"No Café da Juventude Perdida", de Patrick Modiano

"Não sei nada sobre o amor", de Júlia Pinheiro

"Poesia Cubana Contemporânea"

"Diz que é uma espécie de democracia",
de João Paulo Guerra

"E se Obama fosse africano?", de Mia Couto

"Agostinho da Silva - História e Profecia",
de Pinharanda Gomes

"Os erros de Marx e as asneiras dos outros",
de Guilherme da Fonseca-Statter


..entre muitas outras novidades que recebemos todos os dias.


17/04/09

Sábado 18 no Pátio de Letras

vá ao Pátio e aproveite para ver as últimas novidades editoriais (inúmeras)

e beneficiar dos muitos descontos!


à tarde, mais uma audição comentada pelo Maestro João Paulo Cunha

à noite...



(clicar nas imagens para aumentar)

No "Ciência Hoje":

O Pátio das Letras recebe ainda no dia 18 de Abril, às 21h30, o evento Arte e Media, no âmbito do qual será lançado o livro «Imagem: Memória» e será apresentada a nona edição da revista electrónica Intermídias, dedicada ao tema arte e política.

A publicação foi organizada por Josette Monzani, docente da Universidade Federal de São Carlos, e conta com artigos de docentes do Mestrado em Comunicação, Cultura e Artes da UAlg. Quanto à revista Intermídias, será apresentada pelo respectivo editor-chefe, Hudson Moura, da Simon Fraser University.

O evento Arte e Media encerra com uma mesa-redonda que reunirá, além dos especialistas convidados, professoras da UAlg Gabriela Borges e Mirian Tavares (as organizadoras desta edição da Intermídias) e o artista plástico e director do curso de Artes Visuais da UAlg, Xana.

Segundo a comissão organizadora, “o simpósio e o evento têm o intuito de estimular o debate sobre as artes, a cultura e a comunicação na região, trazendo ao Algarve nomes de referência para discutir temas de grande relevância na actualidade”.

16/04/09

Hoje, 18h30, no Pátio de Letras

A tertúlia Café Oceano explica alterações de temperatura da água na costa algarvia

(para participar não é preciso ser especialista, só é necessária curiosidade e interesse pelas matérias em debate....)


«Sob o tema “Água quente ou água fria na costa algarvia?” o investigador da UAlg e docente do curso de Ciências do Mar, Paulo Relvas, será o convidado da edição de Abril do Café Oceano, que se realiza amanhã, quinta-feira, a partir das 18:30 horas, no Pátio de Letras em Faro.

Por se situar na fronteira leste de um grande oceano, neste caso o Atlântico Norte, a costa portuguesa faz parte de um dos quatro sistemas oceânicos mundiais com características específicas. Estes sistemas possuem uma elevada produtividade biológica devido ao fenómeno do afloramento de águas sub-superficiais, que ocorre junto à margem continental por influência do vento.

“O facto de este sistema que abrange a costa portuguesa ser interrompido pela entrada do Mediterrâneo, separando a Península Ibérica do Norte de África, torna-o único no mundo. O Cabo de São Vicente é o ponto culminante dessa descontinuidade e é o limite norte do Golfo de Cádis. Por isso, o Cabo de São Vicente e a costa do Algarve constituem pontos de grande interesse oceanográfico, conhecidos mundialmente, o devido às fortes interacções que aí ocorrem”, explica Paulo Relvas.

Muitos de nós já sentimos por experiência directa essa forte actividade do oceano. Por exemplo, a temperatura da água do mar ao largo da costa do Algarve tem grandes variações de temperatura em períodos muito curtos.

“Nesta conversa tentaremos ilustrar e perceber por que tal ocorre. Falaremos das massa de água presentes no oceano costeiro ao largo do Algarve, quais as suas características, interacções e qual a sua origem. Iremos descrever as condições ambientais que provocam o aumento ou a diminuição súbita da temperatura da água e tentar perceber os mecanismos físicos que provocam essas variações bruscas”, refere o investigador da UAlg.

Para atingir esse objectivo, Paulo Relvas vai também descrever as circulações típicas que se observam no oceano costeiro do Algarve, ou seja, as correntes oceânicas predominantes.

Mais sobre o Café Oceano

O Café Oceano é um espaço de discussão informal sobre assuntos relacionados com o oceano que nasceu de uma ideia original dos alunos de Oceanografia da Faculdade de Ciências do Mar e do Ambiente (FCMA) e da Prof.ª Cristina Veiga Pires, também docente naquela faculdade. Esta tertúlia decorre normalmente uma vez por mês, ao fim do dia, num café/bar de Faro.

Para participar não é preciso ser especialista, só é necessária curiosidade e interesse pelas matérias em debate. O painel de especialistas que faz a apresentação mensal de cada tema, assim como a moderação da discussão (sempre assegurada por Cristina Veiga Pires), incentiva à participação de toda a população. “Quanto maior a diversidade de perspectivas melhor”, sublinha a mentora do projecto. A primeira edição do Café Oceano teve lugar no dia 19 de Maio de 2005, no Bar do Álvaro, em Gambelas.»

in Região Sul on line

09/04/09

Teresa Rita Lopes

Nasceu em Faro, em 1937.

Investigadora, ensaísta, poeta, dramaturga.

Viveu 13 anos em Paris, onde foi professora na Sorbonne e defendeu a tese de doutoramento Fernando Pessoa et le Drame Symboliste: Héritage et Création.

Considerada um dos maiores especialistas contemporâneos em Fernando Pessoa, tem centrado o seu trabalho académico desde há mais de vinte anos na obra deste grande poeta, dedicando-se especialmente à divulgação da parte ainda inédita. Dirige um grupo de investigadores que já produziu, animado por esse projecto, diversas obras, nomeadamente um guia de Lisboa, escrito por Pessoa, com traduções em várias línguas.

Teresa Rita Lopes também escreve regularmente teatro. Tem peças publicadas e representadas em Portugal e no estrangeiro: França, Bélgica, Itália, Roménia, Alemanha. A sua peça Se Mentes foi escolhida para representar Portugal no Festival de Autores de Teatro na Bonner Biennale 94 e posteriormente representada em Munique e em Roma.
É professora catedrática na Universidade Nova de Lisboa.

in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, Vol. VI, Lisboa, 1999

dia 11 de Abril pelas 17h, no Pátio de Letras
Temos em stock os seguintes títulos de Teresa Rita Lopes:


"Pessoa Inédito" - 25,90€

"Afectos" - 10,00€

"Jogos - Versos e Redacções" - 12,50€



"Estórias do Sul", 1 livro + 2 cds - 8,00€


"Cicatriz" - 8,30€
"Notas Para a Recordação do Meu Mestre Caeiro" - 9,55€

"Álvaro de Campos - Livro de Versos" - 22,05€

Revista Egoísta


Já tem a Revista Egoísta, só para si,

no Pátio de Letras


Lançada em 2000, a “Egoísta” já foi contemplada com seis prémios em Portugal, recebendo, agora, a 12º distinção a nível internacional. Entre os principais galardões constam, por exemplo, o Prisma Awards que lhe entregou o Prémio de Ouro – Best of Show pela sua originalidade editorial e de grafismo, assim como o prémio da SPD – Society of Publication Designers, de Nova Iorque, que atribuiu à “Egoísta” duas menções honrosas, relativas aos títulos “Luz” e “Crianças”, publicados em 2004.


Número 38, Março de 2009

Com uma concepção original, a nova edição da revista “Egoísta” é dedicada ao Sonho. Em tempos de crise e de outras barreiras que precisam de alguma criatividade e sentido de mudança, a “Egoísta” desdobra-se em duas, propondo uma reflexão inquietante aos seus leitores.

De um lado da edição de Março, celebra-se o sonho no palco do Salão Preto e Prata do Casino Estoril. Dividindo o bem e o mal de forma clara e seguindo a estrada amarela, tudo começa com um portfólio daquela que é, para muitos, a melhor fotógrafa do mundo: Annie Leibovitz.

Depois, sucedem-se os textos de Pedro Mexia, José Fialho, Ana Sousa Dias, entre outros. Para nos guiarmos pelo positivo, sem esmorecer em nada, a “Egoísta” faz-nos sonhar. Não haveria, porventura, melhor ocasião para este novo desafio.

in http://casino-estoril.pt


Outras revistas "nas bancas" do Pátio de Letras:

Análise Social
Egoista
Ficções
LER
Malasartes
Manga Ancha
Mea Libra
Monumentos
Nova Síntese
Nova Águia
Obscena
Relações Internacionais
Relâmpago
Sulscrito


Hoje no Patio@Bar às 22h00


"In Due" - Paulinho Lemos & Miguel Martins


04/04/09

Hoje à noite 2 "hapenings" no Pátio de Letras

org. Patio@Bar

22h00





«InTentoTrio»
- Pedro Reis (baixo), João Melro (bateria), Fernando Pessanha (piano)

«VJ_Zayle e Poesia» - Projecção de Poemas inspirados na obra dos WordSongs e da escritora Maria do Dromedário - autoria: Elisabete Ribeiro

24h00


TEATRO:

«Faz de Conto: Contos Eróticos Medievais»,
uma produção te-Atrito e ARC Músicos



Toda a programação de Abril aqui.

D' A velha tradução do "novo" Consul Honorário e d' A vida secreta de Graham Greene

Com prefácio de Nicholas Shakespeare e usando a velha tradução de Maria Ondina Braga, a Casa das Letras reeditou um dos livros mais fascinantes da literatura inglesa, ‘O Cônsul Honorário’, de Graham Greene. Não se pode perder.

Lembrei-me de uma entrevista da Maria Ondina, creio que ao JL, em que ela se quiexava amargamente das costas doridas depois de horas à máquina a trabalhar em traduções e na escrita e como era mal paga e como por vezes não lhe pagavam. A vida desta mulher e a sua pobreza são uma ofensa ao mercantilismo editorial, à exploração, à pouca vergonha. Dedicada às letras, viu-se na contingência de ter de suportar uma vida de modéstia. Não porque não tivesse público, mas apesar de o ter. Referiu na entrevista inesquecível que apenas de uma editora recebeu escrupulosamente. Notável!

por José António Barreiros

Graham Greene, uma vida secreta - ler aqui o texto que José António Barreiros apresentou a 2 de Outubro de 2004, na Casa Museu Ferreira de Castro (Sintra), em comemoração dos 100 anos do nascimento do escritor, texto depois publicado na revista Mealibra.
O resumo publicado na revista Visão pode ser lido aqui.

sinopse do livro segundo a wook

O Cônsul Honorário é um dos livros mais famosos de Graham Greene e aquele que o próprio autor considerava como o seu melhor romance e simultaneamente o que lhe mais custou a escrever.
A obra tem como cenário uma cidade da Argentina, mas o plano de fundo é ocupado pela ditadura do general Alfredo Stroessner, que governou o Paraguai durante 35 anos. Um grupo de guerrilheiros paraguaios decide raptar um embaixador americano para exigir como resgate a libertação de presos políticos. Mas quem acaba por ser raptado por engano é Charley Fortnum, um cônsul honorário britânico e bêbado diplomado, sem o mínimo valor de troca em termos políticos. O governo britânico não está interessado em salvar o seu cônsul, criando uma situação extremamente grava para Fortnum…
Tal como todos os livros de Greene, O Cônsul Honorário é um romance de acção, de espionagem e, acima de tudo, um drama moral. O seu enredo engenhoso e o seu humor subtil inspiraram, em 1983, um filme de Michael Caine no magnífico papel de Cônsul.

02/04/09

Opera Omnia no Pátio de Letras

clicar na imagem da direita para ler a crítica ao livro

Crítica de Manuel de Freitas para o semanário Expresso - Revista Única a 17 de Janeiro de 2009:
«Contos. Um cáustico e divertido conjunto de histórias em que não deixa de transparecer uma ferida nostalgia.»
ler aqui.

A opinião de Manuel Poppe aqui.

Casas de Escritores no Minho é um livro que, por intermédio da palavra e da imagem, evoca a vida e as vivências de alguns dos mais importantes autores portugueses e dos seus lares (neste caso no Minho), como sejam Sá de Miranda, Aquilino Ribeiro, Ruben A, Camilo Castelo Branco, Raul Brandão, Tomaz de Figueiredo, entre outros.
Trata-se de um livro da autoria do jornalista Secundino Cunha, com fotografias antigas e actuais (estas da autoria do fotógrafo Sérgio Freitas).


Coração Alcantilado, de Carlos Poças Falcão

clicar na imagem para ler a crítica









O Morgado de Fafe em Lisboa (1861) é uma admirável farsa camiliana, que se notabilizou, ao longo do tempo, pelo efeito cómico e corrosivo com que investe contra certos ideais, tipos humanos e ambientes característicos do Portugal ultra-romântico de meados do séc. XIX. A graça mordente da sua sátira reside nessa capacidade de anatomia cruel da sociedade burguesa da Regeneração. [da Introdução crítica]

ler mais sobre o livro aqui

Em breve teremos:

A Editora Opera Omnia assinalará os 900 anos do nascimento de D. Afonso Henriques com o lançamento de um romance juvenil
com texto e ilustrações da autoria de Pedro Seromenho. Veja o booktrailer no YouTube.

Para mais tarde recordar: 28 Março 09

Apresentação e inauguração da exposição de fotografia e do livro da poetisa-fotógrafa Antonia Pozzi
« NELLE IMAGINE L'ANIMA»




À esquerda, Alex, que protagonizou um muito agradável momento musical de "abertura";
ao centro, a dinamizadora da ideia de trazer a poetisa-fotógrafa A. Pozzi a Portugal - Angela Gallus, leitora de italiano na UALG;
à direita Ludovica Pellegata, comissária da exposição, que fez a apresentação de A. Pozzi, como pessoa, poetisa e fotógrafa inserida num contexto político-social muito específico e analisou aprofundadamente o seu trabalho.

Em breve disponibilizaremos aqui no blog o texto base da magnífica comunicação que os muitos que enchiam a esplanada do Pátio de Letras puderam ouvir de viva voz.

Angela Gallus faz a apresentação dos intervenientes da sessão e explica o como e o porquê da vinda desta exposição ao Espaço de Memória-Pátio de Letras, sem esquecer os agradecimentos da praxe, designdamente à Câmara Municipal de Pasturo (Milão) e ao Instituto Italiano de Cultura.



João Soares faz a tradução, passo a passo, da comunicação de Ludovica Pellegata. Toda a palestra foi acompanhada por imagens projectadas em écran, visível nas fotos.

Entre Alex e Ludovica, Maria João, que disse alguns poemas da Pozzi, emocionando os presentes.


Que sorte estar bom tempo... os presentes nunca caberiam todos na "tenda" da esplanada, que não comporta mais do que umas 45 pessoas sentadas...











Finalmente a abertura "oficial" da exposição, momento em que foi servido um singelo beberete
Fotografias do conjunto expositivo serão colocadas em breve no blog, uma vez que nestas não se alcança uma perspectiva mínima do belíssimo conjunto.

















Momento em que o temível blogger e twitterer António Boronha (mais visitas ao seu blog do que ao Abrupto é obra!... mas à conta do futebol, digo eu, que sou invejosa...) me tenta explicar como se enviam fotografias do telemóvel para o blog e twitter... apesar da empenhada lição ainda não "cheguei lá", até porque me falta aquele instrumento fabuloso de que este Amigo do Pátio é frenético utilizador... A foto, tirada pelo nosso colaborador Miguel Gomes, com a apetecível engenhoca, estava segundos depois no blog e no twitter do António - fiquei fascinada, não tarda estou a competir com ele. Ao twitter já tinha chegado, e sem lições :), agora é só avançar mais um pouco, assim haja tempo para experimentar...

01/04/09

6ª f dia 3, 21h30


António Vicente Campinas é um poeta e prosador português algarvio.
Começou a editar poesia em 1938, com o livro «Aguarelas». Entre as suas obras poéticas conta-se o livro Raiz da Serenidade. Em 1952 publica o seu primeiro romance «Fronteiriços», dedicado aos contrabandistas. Publicou ainda livros de contos. Especialmente famoso é o seu poema "Cantar Alentejano", em honra de Catarina Eufémia, musicado por José Afonso, no álbum "Cantigas de Maio" editado no Natal de 1971

(fonte: Wikipedia)